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  CONCEITO DE ESTADO

O Estado pressupõe um povo, um território e um poder originário de mando, o poder constitucionalizado.
Na atual conjuntura, o Estado não está cumprindo com suas obrigações, na medida em que esta "Liberal-Democracia" na qual o Brasil se encontra, permanece inerte perante o capitalismo estrangeiro, obedecendo às ordens impostas pelos representantes do poder internacional, que criminosamente visam tomar o controle de nossas riquezas e enriquecer cada vez mais as custas do povo brasileiro.
Sabemos que uma criança não tem como cuidar de sí própria, sendo assim, se não existisse a família, esta criança morreria em poucas horas. Logo, a família é o primeiro grupo do qual fazemos parte, e tem como dever dar alimentação, saúde e educação. Assim é o Estado, pois tem como dever nos dar condições dignas de viver, sendo que também temos o dever para com o mesmo e assim precisamos de regras de convivência que definam muito bem nossos direitos e deveres.
Cabe assim a família, a obrigação de servir seus descendentes. O Estado surge como poder institucionalizado a serviço da sociedade atendendo aos seus interesses, assegurando a todos sem exceção o mínimo de dignidade humana para viver em harmonia. Todavia, no Brasil, a cada dia que passa ficamos mais expostos e indefesos dos exploradores internacionais, que promovem uma desorganização política, econômica e social, tornando o Estado Brasileiro fraco e sem vontade própria.
De fato, para se ter um Estado forte, este deve agir sempre que necessário como órgão interventor, restabelecendo a ordem, a justiça, a igualdade de oportunidades, o direito ao trabalho, entre outras situações, intervindo até mesmo se necessário na produção e na economia, sempre em defesa dos interesses do nosso povo e não dos interesses e ambições pessoais, ou de confrarias obscuras.
Portanto, é de interesse do sistema financeiro internacional enfraquecer o Estado Brasileiro, na medida em que não haverá quem defenda o que nos pertence. Com isso, deixando o caminho livre para o 'estupro' econômico e o roubo de nossas riquezas naturais que tanto são cobiçadas.
Só o Nacionalismo pode nos assegurar um Estado Forte!

                                                                                                    Isaías Marinho...

PODER LEGISLATIVO

Senadores

Os Senadores são os representantes diretos dos estados da União no Congresso Nacional. São 81 senadores ao total - três para cada estado. O mandato de senador é de oito anos. A eleição para senador se dá através do sistema majoritário, ou seja, ganha o candidato que obtém individualmente mais votos.
Ao Senado Federal cabe:
Processar e julgar o presidente, seu vice e os ministros de estado.
Analisar a escolha presidencial de magistrados, ministros do Tribunal de Contas da União, Governador de Territórios, presidente e diretores do Banco Central, Procurador-Geral da República e diplomatas.
Autorizar ou não operações financeiras externas e condições de crédito.
Suspender execução de lei considerada inconstitucional.
Elaborar o regimento interno do Senado Federal e dispor sobre sua organização e funcionamento.

Deputados Federais

Membros da Câmara dos Deputados, são os 513 representantes diretos da população no Congresso Nacional. São eleitos através do sistema proporcional. A cada estado cabe uma quota de no mínimo oito e no máximo setenta deputados federais. O mandato dos deputados federais é de quatro anos, sendo possíveis reeleições consecutivas ao mesmo posto.
Algumas de suas atribuições são:
Autorizar, com voto favorável de no mínimo 2/3 de seus membros, a abertura de processo contra o presidente, o vice e os ministros.
Participar das comissões permanentes e extraordinárias que estudam os projetos de lei que tramitam na Câmara, além de nelas debater temas relevantes para a sociedade e realizar audiências públicas.
Pedir prestação de contas ao Executivo.
Elaborar o regimento interno da Câmara dos Deputados.
Isaias Marinho..

PREFEITOS DOS MUNICIPIOS.

São os chefes dos governos dos 5.560 municípios da federação. O mandato dos prefeitos é de quatro anos, sendo possível uma reeleição consecutiva ao mesmo posto.
Suas principais atribuições são:
Nomear os secretários que o ajudarão a administrar seu município.
Ser um porta-voz dos pleitos de seu município junto ao estado.
Apresentar, para a votação dos vereadores, o plano plurianual e projetos adequados para a solução dos problemas, orçamentos e empréstimos.
Sancionar ou não as leis aprovadas pela Câmara Municipal de sua cidade.
Indicar pessoas para cargos públicos obedecendo à Constituição Federal.

Isaias Marinho..

VEREADORES

Cerca de 65 mil vereadores atuam nos 5.560 municípios do país. São eleitos através do sistema proporcional. O mandato dos vereadores é de quatro anos, sendo possíveis reeleições consecutivas ao mesmo posto.
Algumas de suas atribuições são:
Participar das comissões permanentes e extraordinárias que estudam os projetos de lei que tramitam na Assembléia, além de nelas debater temas relevantes para a sociedade e realizar audiências públicas.
Fiscalizar em prol do bom uso do dinheiro público e atuar nos processos e pedidos de esclarecimento ao Executivo.
Elaborar o regimento interno das Câmaras Municipais.
Elaborar leis de interesse público para seus municípios, especialmente assuntos de interesse local, como: matéria tributária, decretação e arrecadação dos tributos de sua competência e dívida pública municipal.
Isaias Marinho.

ELEIÇÕES VOTO

 Nas eleições deste ano, não te submetas ao desencanto, à inércia, à frustração, fraudando o teu voto como moeda sem valor. Lembra-te que a humanidade não conhece melhor caminho de avanço fora do processo democrático de livre escolha dos governantes. Amesquinhar o voto é abrir espaço à corrupção, ao caudilhismo, tirania, e rejeitar a democracia como meio legítimo e pacífico de conquistas sociais.
Nas eleições deste ano, não te iludas com o marketing que aplica aos candidatos um arsenal de cosméticos capaz de torná-los todos simpáticos, confiáveis, dispostos ao mais imaculado desemprenho caso se elejam. Nem te deixes enganar pela retórica dos palanques, das promessas enganosas, dos compromissos tão altruístas quanto a quem dá esmolas para se ver livre dos pedintes. Investigue teu candidato, conheça-lhe os atos e as idéias e, sobretudo, a ética de suas atitudes e escolhas.
Nas eleições deste ano, não te deixes saturar de nojo à política e repúdio s instituições, pois são elas que nos permitem o acesso a direitos sem trilhar a sofrida via do conflito armado, do terrorismo, da quebra da convivência democrática.
Lembra-te que todos os detalhes de tua vida resultam da qualidade da política que predomina no país: o alimento que ingeres, o transporte que utilizas, o salário que recebes, a cidadania que desfrutas. Se a política serve à maioria, reduzem-se as desigualdades sociais, o desemprego, a violência, a miséria e a fome. Pois tudo isso é provocado pela política que serve à minoria, ao sistema financeiro, aos credores da dívida pública, à ganância dos oligopólios e ao estéril gigantismo do latifúndio. Teu voto pode alterar ou reforçar tão injusta realidade ao eleger homens e mulheres imbuídos dessa ética ousada e dessa visão humanista que forjaram Chico Mendes, Gandhi, Luther King, Mandela e Che Guevara.
Nas eleições deste ano, não te deixes embalar pelo entusiasmo fácil, a música envolvente, o discurso enfático. Nem permitas iludir-te por impressões superficiais. Debata com teus amigos, leia análises, convoque candidatos à sabatina, reflita, tenha clareza do projeto de nação que alimenta teus sonhos. Se te mantiveres indiferente e repudiares a campanha, outros haverão de escolher por ti, e pode ser que elejam quem haverá de contrariar teus direitos e anseios.
Nas eleições deste ano, avalie o teu município, o teu estado, a tua nação. O que necessita nosso povo? O que macula nossos direitos de cidadania? Quais as causas da fome, da miséria, da violência e das drogas? Por que o peso dos impostos, a falta de moradia e saneamento, de saúde e educação? Quem elege os políticos corruptos? Seja o teu voto, não a expressão de tuas ambições individuais, e sim da compaixão aos mais pobres, de tua fome de justiça, de teu senso cívico, de teu projeto de Brasil para todos.
Nas eleições deste ano, desconfie dos que trazem o olhar arrogante, o peito estufado, o salto alto. Não cometas o erro de dar teu voto a quem se compraz na companhia de ricos e poderosos e jamais beneficiou os que lutam pela sobrevivência. Nem aos pusilânimes, aos arrivistas e alpinistas sociais. Vote com sabedoria e coragem, e empenha-te pela vitória de teus candidatos.
Nas eleições deste ano, indaga-te como e em quem votariam as pessoas que admiras. Pergunta-te quem seriam os candidatos preferidos por aqueles que julgas exemplo de ética, de transparência cívica, de dedicação aos interesses da coletividade.
A depender de teu voto, pode ser que nos próximos anos já não haja mais eleição nem que se ouça a tua vontade. Mas pode ser que se alargue o espaço democrático, robusteça-se a cidadania, ampliem-se a participação popular e o controle da sociedade sobre o poder público.
Nas eleições deste ano, se for nulo o teu voto, nula serão também as tuas queixas e estarás condenado à amargura cívica. À margem do processo político, teu protesto inócuo haverá de favorecer aqueles que mereciam ser banidos da vida política. À tua omissão eleitoral agradecerão os que se locupletam com recursos públicos, e promovem tráfico de influências, nepotismo e maracutaias.
Contudo, votar nas reformas que o Brasil tanto necessita, como a agrária, na redução do desemprego e na conquista do desenvolvimento sustentável, com plena soberania nacional, não serão os eleitos que te agradecerão, e sim teus filhos, as gerações futuras, pois por elas e nelas estarás votando..

Isaias Marinho..